Deus sempre foi portador do grande conhecimento monoteísta, na forma de um conhecimento absoluto único, infalível, traz em sua grandeza todo o conhecimento do passado e futuro, das coisas mais simples como a brisa noturna, até as mais complexas como o desenvolvimento biológico evolutivo adaptacional humano, mas todo esse conhecimento lhe deu o poder para comandar com mãos tirânicas aqueles a qual criara, propondo desafios invencíveis que trariam o sofrimento aos homens, e em sua mente ociosa e cruel, só existira o prazer do deleite do sofrimento humano.
O Deus dos blocos coloridos é um ser cruel, sua gula por prazeres sádicos e carnais coloca todo a humanidade em constante estado de desespero e desgraça, não há salvação, apenas no plano da fé mística, algo criado pela humilde mente humana para se dopar da sua terrível condição, escravos de um ser superior que pouco se importa com o sofrimento alheio.
Divine intervation.
Travelling
Mas segunda uma idéia um tanto filosófica, mesmo fora de seu território o seu território ainda está presente, está presente em sua persona, não importa aonde o viajante esteja, se está no oriente ou ocidente, seus ideais e costumes estarão sempre com ele, ele acaba levando um pouco de sua terra aos locais mais longiquos possiveis.
De fato, as vezes por advento do Caos, tal viajam pode se estender, criar um vinculo de vivencia com outra pessoa, o que leva o tempo de estadia à outro nivel, o viajante durante esse tempo absorve um pouco da terra aonde está presente às suas froteiras, outras pessoas fazem parte de sua vida, e por tal experiencia, sua vida começa por mudar de maneira considerável.
É, eu não estou em casa....
Superbia.
Mundo infernal! és tu, mais profundo inferno,
Recebe teu novo possuidor aquele que traz
A qual a mente não fora mudada por tempo ou lugar,
A mente é seu próprio lugar, e em si
Pode fazer um paraíso do inferno, um inferno de paraíso,
Que importa onde, se serei ainda o mesmo,
E o que eu deveria ser, todos, mas menos do que Ele,
Quem tem feito os maiores trovões? Pelo menos aqui?
Seremos livres e poderosos sem ter de construir os tais,
Aqui a sua inveja, não vai levar-nos, portanto:
Aqui nós podemos reinar seguros e, na minha escolha,
Para reinar com a ambição, embora no Inferno
Melhor reinar no inferno do que servir no céu.
Liberation of destiny.
Liberação do destino, o velho homem alto;
Liberação do destino, em uma sala com fumaça;
O velho homem alto, pai das espécies, mão da libertação;
Pai das espécies, fuma uma cigarro de rocha;
Mãos da libertação, domina a posteridade;
Mãos da libertação, olhos azuis observando;
Ele domina a posteridade;
Libertação do destino
Ele domina a posteridade;
Coletando as cinzas;
Libertação do destino, o velho homem de óculos;
Liberação do destino, a lei nunca morre;
O velho homem com óculos;
Faz creme sair dos ossos;
Ele comanda as nações;
Com creme nos lábios
Libertação do destino;
Deixem o corvo voar;
Liberação do destino em uma sala de fumaça;
Deixem o corvo voar, olhos azuis observando;
Deixem o corvo voar, sua lei nunca morre.
Far vision
Era o único pensamento que incomodava naquela noite, pois nada era mais como antes, tudo o que conhecia havia tornado um vortex, uma mescla de infelicidade e desejos, não havia mais ninguém nas ruas, existia apenas um reconfortante silêncio, no máximo o som de vidros que se partiam ao cair no chão, tal como a garrafa de bourbon a qual tomava us tragos de tempos em tempos.
A escuridão e o vazio traziam uma beleza singela a qual não conhecia, o legado daquelas pessoas se tornara belo, mesmo com elas não estando mais presentes, o chapiscar das gotas de chuva nas poças d'água formadas no asfalto criavam uma bela sinfonia, não existia mais as buzinas, as campainhas de celulares, os gritos, as conversas, o desespero.
Aquela paz não parecia o desespero de antes, os saques, os gritos, os incêndios e noticiários, nunca pensava que as coisas iam ocorrer assim, mas que seja, ninguém era importante mesmo, as cidades tornaram-se gangrenas expostas daquilo que nós somos, uma exposição mórbida de mesquinharias, agora não há mais nada, não há o progresso, não há os deuses que causaram muita parte disso, não há nada.
É apenas o fruto, o mesmo fruto que explodiu aquele prédio em Oklahoma, ou violentou aquela bela menina de olhos verdes em Mumbai, matou de fome em Stalingrado, é o fruto da ambição humana, ambição que produziu as belas artes e literaturas, mas que terminou por exterminar-mos completamente, mas não há nada o que temer, é apenas um maldito ciclo, tudo começa novamente, haverá sim a beleza, tal qual será novamente desvirginada e corrompida, tornara-se gangrenosa mais uma vez.
Por isso, ao menos posso lembrar daquela bela menina de cabelos castanhos a qual gravei em minha mente, sei que ela não mais existe, mas não importa, apenas continuarei a minha mediocre existencia junto com os esqueletos do passado, sugarei seus restos como uma bactérias, para assim, um dia poder perecer de uma vez e me tornar parte do ciclo.
Alone.

Desde a hora primeira não fui
Como os outros foram - não vi
Como os outros viram. - minhas paixões Não pude beber a fonte comum.
Da mesma fonte não retirei
A minha dor; não pude despertar
O meu coração para a alegria de um mesmo tom,
E tudo o que amei, amei sozinho.
Então - na minha infância - no amanhecer
De uma vida tempestuosa - busquei
Das profundezas do bem e do mal
O mistério que ainda me domina:
Da torrente, ou da fontainha,
Do acre penhasco da montanha,
Do sol que ao meu redor gira
Num tom de ouro outonal,
Do relâmpago que no céu
Voando vejo passar,
Do trovão e da tempestade,
Da nuvem que tomou a forma
(Quando azuis eram os Céus)
De um demônio aos olhos meus.
Esse poema do Edgar Allan Poe foi transformado em música pela banda de "Avant-gard metal" Norueguesa "Arcturus" (A qual sou muito fã, diga-se de passagem), estou disponibilizando o vídeo logo abaixo.
O poema pode apresentar alguma falha, porque foi traduzido do inglês por mim, e meu inglês não é muito proficiente.
Psycho killer

- A noite passa, não posso dormir, minha mente não permite, preciso sair tomar ar, meus instintos estão à flor da pele, como uma fera em busca da caça, sinto endorfina, sinto necessidade de prazer.
- Fugir, fugir, noite bela, ar fresco, pessoas, sinto os passos, sinto o cheiro do suor ouço suas frustrações, poderia aliviar para você minha querida, não posso ter ouvir por horas afins, mas posso lhe dar um conforto rápido e imediato.
- Sou o melhor, sou rápido, Deus quis assim, sou um caçador, o cheiro de sangue me excita, sou o melhor, se não fosse, teria gritado e acabado com toda a diversão, fique comigo, sinto que não está feliz? Eu não te faço feliz? Eu te fiz infeliz? Eu adoro esse cheiro sabia? Eu sou um homem educado, preciso ser, odeio pessoas mal educadas, odeio pessoas que não conversam comigo, exatamente, exatamente como faz agora, fale comigo, não fiquei chorando, fale comigo porque sou o melhor, melhor que eu não há ninguém.
- Psicótico? Assassino? Se for sou o melhor, agora posso dormir correr, correr, correr, estou feliz, muito feliz, e fiz a moça feliz também, ela apenas não sabe disso, mas foi feliz, eu sou feliz, vocês são felizes, todos nós somos felizes, temos uns aos outros, temos o sol em nossa pele, temos o sangue, temos as cores, só não gosto dos remédios, ah sim, não gosto das pessoas que são mal educadas.
- Preciso correr, correr daqui, porque sou o melhor, sou o melhor, vou dormir.
Ps¹: Terminarei a terceira parte da trilogia de contos depois tá Bruna?
Ps²: Essa postagem nasceu diante da repetição da Nadiesda com essa música:
Talking Heads - Psycho Killer
Filho da Lua.
Eis que existira uma ela jovem cigana, a qual todos conheciam pelo nome de Katrina, de pele branca e macia, não eras tão bela, mas era mais agradável que uma brisa de primavera, mas devido à escassez de rapazes em sua vila, não casara quando deveria. Sua ânsia por amor era cada vez maior.
Seu vilarejo não via com bons olhos a sua solteirice, era como uma maldição, pois toda mulher saudável deveria ser casada e com filhos, só assim atingiria a felicidade plena, diante disso, Katrina implorou por noites adentro diante da lua cheia, desejava que a lua lhe arrumasse um bom homem.
Porem um dia, a lua prateada notou suas preces, deu ouvidos a suas lamentações, após ouvi-las, propôs a jovem.
“- Lhe trarei um marido de pele cor de canela, ele a amará, contudo, dever entregar seu primeiro filho a mim, assim ambas alcançaremos a felicidade”
A verdade é que a lua sempre desejou ser mãe, mas nunca pode ser mulher.
Eis que a jovem se casa, e aquele homem cor de canela lhe Dara todo o carinho e amor que nunca imaginara, a jovem engravida e sua vida parece ser feliz.
Quando nasce o pequenino menino, ele não é como pai, não tem seus olhos verdes, o que ele achara dessa criança cor de prata, vai amar esse menino albino?
Aquele pequeno inocente era filho da Lua, mas Katrina o amara, e não podia entrega-lo, não honrou sua promessa.
“- Você me desonrou, disse seu marido, quem gerara essa criança? Ele é um Payo! Ele não é filho meu!” E com uma faca recuperara sua honra, ferindo Katrina mortalmente. E com a criança nos braços, seguiu seu caminho, abandonando-a sozinha na floresta.
Agora a Lua era mãe, cuidava de se pequeno garoto na floresta, e quando o mesmo ficava triste e chorava, a lua minguava, formando assim o seu berço.
"Essa postagem é uma leitura em forma de conto da música Hijo de la Luna da banda espanhola Mecano, a música pode ser ouvida no player abaixo, em seu cover realizado pela banda Stravaganzza."
Stravaganzza - Hijo de la Luna
Eric.
Eric sempre sentou sozinho, viveu sozinho, sempre foi auto-suficiente, buscava em suas músicas curar seu desespero, suas vontades e paixões, não existia abrigo em sua família, pois seu irmão sempre se destacara mais que ele, ele sempre fora uma sombra.
A escola o irritava, as matérias eram interessantes, mas as pessoas eram como vermes, só sabiam se reproduzir e destruir. Eric preferia ser ignorado, mas sua roupas e seus modos chamavam atenção, principalmente daqueles idiotas boçais do time de Rugby, principalmente aquele do Robert (Bob).
Viver se tornara uma rotina insuportável, quando não era comparado com o irmão, apanhava de Bob, no auge de sua fúria montara um website destinado a proclamação do ódio, e comprar uma Glock, pensara em matar a todos.
Um dia traçando seus planos, o gordo do Bob aparece, era inicio de madrugada e o mesmo estava bêbado, tentou mais uma vez abusar de Eric, mas a faca de caça que Eric trazia em seu coturno o surpreenderia, depois de três golpes em seu estomago, Bob nunca mais abusaria de ninguém.
Na na na na, na na na o Maldito gordo está morto
Na na na na, na na na Eric matou o maldito, e agora estava livre
Carrega até a ponte da cidade, o gordo mal cabia em seu portamalas, o maldito já estava frio, e ficaria frio como as pedras que preencheriam seu estomago, Eric se sentira bem com tudo isso, o som do corpo caindo no rio o fez sentir ótimo, seria aquela a liberdade?
No dias seguintes, todos se comoveram com o desaparecimento de Robert, Eric viveu o melhor de seus dias, como a vida parecia empolgante...
Postagem Tensa.
O vídeo acima é da música que me inspirou para a postagem.
Ballroom revelations...
Sempre me perguntei o que era um sentimento de amor...
Não o amor que nasce no berço da família, como amar um irmão, irmã, pai ou mãe, mas sim o amor surgir diante uma pessoa totalmente desconhecida, ou ao menos uma pessoa a qual você não conhece todos os segredos, todos os atos...
Isso me incomodava um pouco, pois não conhecia muito esse sentimento, mas sentia algo que diziam se assemelhar a isso, e neste momento, a qual eu segurava as mãos daquela linda moça de cabelos negros, me guiando pelo salão, eu sentia algo que não conhecia, digamos que era o indescritível, uma mimese com algo que já li, não sei dizer, mas gotas frias de suor me desciam as costas...
Era muito estranho, sempre me considerei uma pessoa forte para todas as situações, mas agora, com um simples vislumbrar daqueles olhos negros era o suficiente para perder toda a minha reação, era como se uma orquestra tocasse algo forte em meu peito, pois meu coração palpitava de modo tão intenso que se assemelhava algum mal súbito.
Em meio ao salão, começamos a dançar confesso que estava um pouco desconfortável, não era acostumado com isso, ainda mais em situação como essa. Aquele momento fora memorável, nem Aristóteles
Se isso que dizem ser o amor eu não sei, até porque é uma palavra ambígua, as quais os significados não fazem o jus aquela situação, a única coisa racional que eu posso dizer é que, naquele momento, queria aquela mulher para minha vida toda, pois em sua companhia o resto era silêncio, o mundo não me importava mais, as pessoas eram cada vez mais pequenas e a realidade mesquinha...
Não sei se aquilo que sinto agora possa ser chamado de amor, com todas as suas variações, declinações, o conceito lingüístico da palavra não importava, pois não tem como um simples conjunto de letras formarem um fonema tão poderoso, o sentimento era superior a racionalidade, o suficiente para dedicar toda a vida



