Travelling

. quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Toda viagem começa pela incerteza e os problemas de organização, de fato o valor financeiro conta deveras, ainda mais quando tal empenho não se fica em mesquinharias financeiras, mas sim feedback ideológico, tal incerteza ser complica em um momento crucial do "agora ou nunca", de fato, a coragem é tomada e a viagem é feita, nunca é fácil ficar algumas dezenas de horas em um veículo entediante, ainda mais quando a estrutura corporal do viajante não se encaixa nas medidas comuns, seja ela gordo ou alto, logo, tal viajem se torna um provação, pois um ambiente estranho cercado de pessoas a qual nunca viu, todas com seus problemas, preocupações, rostos aflitos ou felizes, doentes ou não, acaba causando a desconfiança e o desconforto.

Mais uma hora ou outra, se chega ao objetivo, o território pode ser estranho ou não, as vezes se encontram velhos rostos a qual podemos abraçar e descontar nossas saudades, ou mesmo ver rostos novos, que em um primeira impressão parecem serem cordiais, as vezes podem ser um tanto bairristas ou taciturnos.

Mas segunda uma idéia um tanto filosófica, mesmo fora de seu território o seu território ainda está presente, está presente em sua persona, não importa aonde o viajante esteja, se está no oriente ou ocidente, seus ideais e costumes estarão sempre com ele, ele acaba levando um pouco de sua terra aos locais mais longiquos possiveis.

De fato, as vezes por advento do Caos, tal viajam pode se estender, criar um vinculo de vivencia com outra pessoa, o que leva o tempo de estadia à outro nivel, o viajante durante esse tempo absorve um pouco da terra aonde está presente às suas froteiras, outras pessoas fazem parte de sua vida, e por tal experiencia, sua vida começa por mudar de maneira considerável.

É, eu não estou em casa.... 



Time Paradox 01.

. sábado, 21 de novembro de 2009

Escrito baseado na teoria de Kant.

Supondo uma situação hipotética aonde um sujeito pretende voltar no tempo, seja para obtenção de um amor austero ou um objetivo de vida, e se supondo que a amada/objetivo estivesse no séc. XIX, mais exatamente no ano de 1851.

Para seguir com seu objetivo, o viajante se livra de todo o seu "anacronismo", roupas e objetos do viajante seriam compatíveis com o ano de 1851, e com a força de seu desejo somado ao anacronismo, o viajante poderia ser deslocado para uma dimensão paralela, uma realidade a qual o ano é 1851, e ali começa a viver, digamos que realize seu objetivo ou encontre a sua mulher amada, e segue a vida felizmente. Porém, um dia ao tirar seu terno, depara-se com uma etiqueta do ano de 2009, um "anacronismo", quando o viajante depara-se que quebrara a realidade, atrairia paradoxo e seria violentamente expurgado de volta ao dia a qual quebrara a barreira de sua dimensão.

Tal acidente paradoxal se baseia na teoria de Kant, que indica que o passado é impiricamente real, mas não existe independentemente de outros fatores.

Digamos que o viajante dá uma jóia a um garoto, tal jóia fora adquirida em uma joalheria. o factum da realidade levaria o garoto ou um terceiro a vender a jóia, ou mesmo perde-la, enfim, a peça iria terminar na joalheria, dando sequência ao ciclo, porém a cada ciclo a jóia torna-se mais gasta, pois a sua existência é somada aos anos do novo ciclo, cada risco e modificação teria que criar mais uma realidade com a jóia alterada, ou seja, no fim das contas seria necessário infinitas realidades para cada ciclo de viajantes, e cada ciclo geraria mais caos e entropia, tais forças poderiam dar cabos de realidades, tal como as alterações existentes poderiam alterar totalmente um suposto futuro, o que traria resultados desastrosos.



 

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