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Divine intervation.

. terça-feira, 9 de março de 2010

Deus sempre foi portador do grande conhecimento monoteísta, na forma de um conhecimento absoluto único, infalível, traz em sua grandeza todo o conhecimento do passado e futuro, das coisas mais simples como a brisa noturna, até as mais complexas como o desenvolvimento biológico evolutivo adaptacional humano, mas todo esse conhecimento lhe deu o poder para comandar com mãos tirânicas aqueles a qual criara, propondo desafios invencíveis que trariam o sofrimento aos homens, e em sua mente ociosa e cruel, só existira o prazer do deleite do sofrimento humano.









O Deus dos blocos coloridos é um ser cruel, sua gula por prazeres sádicos e carnais coloca todo a humanidade em constante estado de desespero e desgraça, não há salvação, apenas no plano da fé mística, algo criado pela humilde mente humana para se dopar da sua terrível condição, escravos de um ser superior que pouco se importa com o sofrimento alheio.

Crônicas de um nerd.

. segunda-feira, 9 de março de 2009


Inicialmente, os planos pareciam simples, uma aula rápida, uma reunião com a coordenadora do meu projeto de extensão, após isso era só um rápida viagem de ônibus até o cinema, e esperar algum tempo para o inicio da sessão, sessão que eu tanto esperava, finalmente poderia ver “Watchmen”, ainda mais em preço promocional, pois a realidade acadêmica não abre possibilidades de gastos excessivos, logo pagar R$ 2,50 em uma sessão de cinema era mais que convidativo.

Mas como a vida está umbilicalmente ligada ao Caos, não foi isso que aconteceu.

Após a reunião, logo que saio da sala do mestrado, me deparo com uma forte chuva, na verdade, uma tempestade que se abatia pela cidade, com fortes ventos e raios cortando o horizonte, para mim isso foi estranho, pois a sala do mestrado parecia um mundo distante daquela realidade climática, ao menos, boa parte do caminho até o ponto de ônibus foi tranqüila, após isso, uma corrida de aproximadamente duzentos metros até a ponte não parecia tão grave.

Após uma corrida desajeitada, chego ao ponto parcialmente molhado, noto uma pequena lentidão no transito, mas nada sério, após alguns minutos meu ônibus chega, o transito para, entrei no ônibus e aguardei, liguei meu mp3 e comecei a ouvir um álbum do “Mirrorthrone”, e esperei, o tempo não passava, ou o ônibus não se movia, após notar que p álbum chegava ao fim, e que o ônibus não havia se movimentado nada, começo a ficar frustrado, nesse momento entram mais algumas pessoas no ônibus, com destaque de um veterana e um amigo de sala, que citarei como T. Celso.

Começamos a bolar causas da possível lentidão, talvez um grave acidente com pessoas esmagadas, ou mesmo mutiladas e plena pista, enquanto conversávamos os assuntos sádicos, passou mais ou menos meia hora, o que se somava a quase uma hora parado naquele local, faltava meia hora para minha sessão começar, mas não perdi minhas esperanças.

O ônibus anda e descobrimos que todo caos foi proporcionado por uma enchente na pista, aonde um carro de passeio acabou preso dentro da torrente de água, aquilo tudo parecia algo improvável para região, já que a mesma se encontra distante de rios e lagos.

Mas finalmente tinha saído, e faltava menos de 20 minutos para o inicio do filme, quando cheguei ao local, não tive tempo nem para substituir minha camiseta molhada por outra, apenas me dirigi ao guichê sem esperanças, pois possivelmente a sessão estaria cheia.

Mas não foi o que acontecera, ainda tinha espaço, quando entrei o filme estava em seu inicio, ou seja, toda a minha jornada messiânica tinha dado frutos, não perdi o filme.

Sobre o mesmo, posso definir rapidamente, é uma adaptação inesquecível, de longe o melhor filme do ano, ao menos até esse momento, algo que recomendo a todos, pois vale muito à pena!


Não vou falar sobre o filme para evitar spoilers, mas digo que a adaptação não é 100% fiel, mas em momento algum a mesma é ruim.

divagações 001

. sexta-feira, 19 de setembro de 2008




Esse texto é totalmente fictício, nenhuma das informações contidas aqui são pregadas pelo escritor (ou não)

O que seria eticamente imoral?

A sociedade diz que causar a dor é imoral, e a taxam como ilegal, mas acho isso errado.

Eticamente imoral é quando se faz algo que vai contra um código de ética estabelecida por sua consciência, que sofre influencia externa, vinda de mecanismos de defesa pré-estabelecidos há décadas, sei que isso é o normal para as pessoas, pois a consciência sabe que atos violentos são ruins, são “maus” e etc.

Mas, no conceito de ilegal e imoral estão presentes outras ações, como mentir, cobiçar, roubar, todas estas são erradas, mas são praticadas diariamente, mentiras para esposa se referindo a horário, inveja do companheiro que ganha mais, não entregar troco a mais, todas estas são atitudes eticamente imorais, mais são aceitas com a desculpa de “causam poucos danos”, bem, não é bem assim, pois uma esposa enganada pode sofrer muito ao descobrir uma possível traição, um caso de inveja no serviço pode levar a casos falsos que levam o empregado mais agraciado financeiramente a demissão, todo caso tem um resultado, não importa o tamanho de sua origem.

Podem notar que a maiores guerras se iniciaram por pensamentos pequenos de algumas pessoas.

Por isso, acredito-me, que a violência não é tão censurável assim, pois ela se encaixaria em uma atitude eticamente imoral de momento, vocês lembram-se do casal Knox do filme “Natural Born killers”? Então, eles matavam porque aquilo pra eles era coisa tola, coisa que a sua consciência selecionava como atitudes banais, atitudes banais que traziam prazer imediato, assim como o chocolate ou o sexo, a sim, entendo, preciso encaixar o exemplo no meu caso não é mesmo?

Então, assim como o casal Knox não rotulo como absurdo causar dor a alguém, talvez isso seja da minha persona, mas causar a dor traz o prazer para mim, não é a dor em si, acho que é momento, o poder que sinto executando tais ações, sentir o meu cérebro liberando doses altas de endorfina, todas aquelas cores, cheiros, e emoções tão presentes.

Então, não acho que tenha o direito de me chamar de imoral, até mesmo porque, velho burguês, o senhor é mais imoral que minha pessoa, todos esses anos trabalhando como advogado turvou sua consciência não é mesmo? O dinheiro fala mais algo que ela? Que bom para você, mais sinto dizer que seu dinheiro é inútil nesse momento.

Então o que fazíamos? A sim, onde está a tomada? Aqui, encontrei, eu estava divagando sobre o quê mesmo? Acho que não era sobre existencialismo pós-moderno, muito menos sobre economia, a sim, sobre meu motivo, porque estou a fazer isso...

Bem, acho que o motivo é que não tem motivo, simplesmente gosto disso tudo, gosto da face de vocês um pouco antes da brincadeira acabar, mas de acordo com minhas pesquisas muitos ficarão felizes com o ocorrido, assim como eu, que em sinto extremamente contente com a possibilidade de trabalhar com minha favorita, tudo isso graças ao senhor.

 

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