Deus sempre foi portador do grande conhecimento monoteísta, na forma de um conhecimento absoluto único, infalível, traz em sua grandeza todo o conhecimento do passado e futuro, das coisas mais simples como a brisa noturna, até as mais complexas como o desenvolvimento biológico evolutivo adaptacional humano, mas todo esse conhecimento lhe deu o poder para comandar com mãos tirânicas aqueles a qual criara, propondo desafios invencíveis que trariam o sofrimento aos homens, e em sua mente ociosa e cruel, só existira o prazer do deleite do sofrimento humano.
O Deus dos blocos coloridos é um ser cruel, sua gula por prazeres sádicos e carnais coloca todo a humanidade em constante estado de desespero e desgraça, não há salvação, apenas no plano da fé mística, algo criado pela humilde mente humana para se dopar da sua terrível condição, escravos de um ser superior que pouco se importa com o sofrimento alheio.
Divine intervation.
Time Paradox 02.
Agora supondo uma outra situação hipotética, um sujeito seguindo um motivação qualquer tem acesso a um dispositivo de viagens ao passado, deseja voltar e assassinar seu avô antes que o mesmo conceba seu pai, tal inconsistência do tempo/espaço traria qual situação? o sujeito desaparecia por completo por nunca existir? ou o individuo já estaria em um sistema de casualidade novo, a qual seu pai nascera de outro meio, sendo aquele que fora assassinado não seria mais seu avô? no caso, o viajante teria provido de um realidade paralela aonde ele existira, e naquela situação não existira mais? mais isso não faria dele um viajante do tempo, mas sim um viajante de planos.
Carl Sagan tem uma proposta interessante, a que, após disparar a arma, as energias do paradoxo impediriam a morte do avô, ou ele abaixaria para amarrar os sapatos, ou o tiro simplesmente não o acertaria, seria como se o que tecesse o futuro impedisse, o paradoxo impediria a casualidade, mas isso leva a crer que a natureza possui um tipo de auto-consciência, mas Sagan crê que que a natureza não permite alterações sérias no tempo, já Stephen Hawking que as leis da física não permitem a construção de um dispositivo de viagens no tempo.
Enfim, o paradoxo do avô pode existir em duas formas distintas, ou a natureza e seus meios impedem que o viajante altere o tempo, supondo que, em uma situação hipotética um cientista judeu volta no tempo em vingança contra o que Hitler fez com seus avós, o cientista volta para Viena, quando Hitler era um simples pintor fracassado e o assassina, com a morte de Hitler o partido nacional socialista nunca se torna um partido forte, com isso nunca ascende ao poder, a história está devastada, pois não haveria as sessenta milhões de mortes provenientes da segunda guerra, a europa poderia estar enfrentando uma situação de superpopulação, tal como o estado de Israel nunca iria existir.
Logo, por isso a natureza o impediria, o cientista nunca conseguiria matar Hitler, a história continuaria a mesma.
Ou, pela segunda hipótese, seria criado um novo plano, uma nova realidade aonde a europa viveria uma situação diferente, sem o nazismo, mais o caos poderia levar uma outra força dominante, como os soviéticos mesmo, o que poderia ter levado a uma guerra nuclear.
Superbia.
Mundo infernal! és tu, mais profundo inferno,
Recebe teu novo possuidor aquele que traz
A qual a mente não fora mudada por tempo ou lugar,
A mente é seu próprio lugar, e em si
Pode fazer um paraíso do inferno, um inferno de paraíso,
Que importa onde, se serei ainda o mesmo,
E o que eu deveria ser, todos, mas menos do que Ele,
Quem tem feito os maiores trovões? Pelo menos aqui?
Seremos livres e poderosos sem ter de construir os tais,
Aqui a sua inveja, não vai levar-nos, portanto:
Aqui nós podemos reinar seguros e, na minha escolha,
Para reinar com a ambição, embora no Inferno
Melhor reinar no inferno do que servir no céu.
Liberation of destiny.
Liberação do destino, o velho homem alto;
Liberação do destino, em uma sala com fumaça;
O velho homem alto, pai das espécies, mão da libertação;
Pai das espécies, fuma uma cigarro de rocha;
Mãos da libertação, domina a posteridade;
Mãos da libertação, olhos azuis observando;
Ele domina a posteridade;
Libertação do destino
Ele domina a posteridade;
Coletando as cinzas;
Libertação do destino, o velho homem de óculos;
Liberação do destino, a lei nunca morre;
O velho homem com óculos;
Faz creme sair dos ossos;
Ele comanda as nações;
Com creme nos lábios
Libertação do destino;
Deixem o corvo voar;
Liberação do destino em uma sala de fumaça;
Deixem o corvo voar, olhos azuis observando;
Deixem o corvo voar, sua lei nunca morre.
Far vision
Era o único pensamento que incomodava naquela noite, pois nada era mais como antes, tudo o que conhecia havia tornado um vortex, uma mescla de infelicidade e desejos, não havia mais ninguém nas ruas, existia apenas um reconfortante silêncio, no máximo o som de vidros que se partiam ao cair no chão, tal como a garrafa de bourbon a qual tomava us tragos de tempos em tempos.
A escuridão e o vazio traziam uma beleza singela a qual não conhecia, o legado daquelas pessoas se tornara belo, mesmo com elas não estando mais presentes, o chapiscar das gotas de chuva nas poças d'água formadas no asfalto criavam uma bela sinfonia, não existia mais as buzinas, as campainhas de celulares, os gritos, as conversas, o desespero.
Aquela paz não parecia o desespero de antes, os saques, os gritos, os incêndios e noticiários, nunca pensava que as coisas iam ocorrer assim, mas que seja, ninguém era importante mesmo, as cidades tornaram-se gangrenas expostas daquilo que nós somos, uma exposição mórbida de mesquinharias, agora não há mais nada, não há o progresso, não há os deuses que causaram muita parte disso, não há nada.
É apenas o fruto, o mesmo fruto que explodiu aquele prédio em Oklahoma, ou violentou aquela bela menina de olhos verdes em Mumbai, matou de fome em Stalingrado, é o fruto da ambição humana, ambição que produziu as belas artes e literaturas, mas que terminou por exterminar-mos completamente, mas não há nada o que temer, é apenas um maldito ciclo, tudo começa novamente, haverá sim a beleza, tal qual será novamente desvirginada e corrompida, tornara-se gangrenosa mais uma vez.
Por isso, ao menos posso lembrar daquela bela menina de cabelos castanhos a qual gravei em minha mente, sei que ela não mais existe, mas não importa, apenas continuarei a minha mediocre existencia junto com os esqueletos do passado, sugarei seus restos como uma bactérias, para assim, um dia poder perecer de uma vez e me tornar parte do ciclo.
Psycho killer

- A noite passa, não posso dormir, minha mente não permite, preciso sair tomar ar, meus instintos estão à flor da pele, como uma fera em busca da caça, sinto endorfina, sinto necessidade de prazer.
- Fugir, fugir, noite bela, ar fresco, pessoas, sinto os passos, sinto o cheiro do suor ouço suas frustrações, poderia aliviar para você minha querida, não posso ter ouvir por horas afins, mas posso lhe dar um conforto rápido e imediato.
- Sou o melhor, sou rápido, Deus quis assim, sou um caçador, o cheiro de sangue me excita, sou o melhor, se não fosse, teria gritado e acabado com toda a diversão, fique comigo, sinto que não está feliz? Eu não te faço feliz? Eu te fiz infeliz? Eu adoro esse cheiro sabia? Eu sou um homem educado, preciso ser, odeio pessoas mal educadas, odeio pessoas que não conversam comigo, exatamente, exatamente como faz agora, fale comigo, não fiquei chorando, fale comigo porque sou o melhor, melhor que eu não há ninguém.
- Psicótico? Assassino? Se for sou o melhor, agora posso dormir correr, correr, correr, estou feliz, muito feliz, e fiz a moça feliz também, ela apenas não sabe disso, mas foi feliz, eu sou feliz, vocês são felizes, todos nós somos felizes, temos uns aos outros, temos o sol em nossa pele, temos o sangue, temos as cores, só não gosto dos remédios, ah sim, não gosto das pessoas que são mal educadas.
- Preciso correr, correr daqui, porque sou o melhor, sou o melhor, vou dormir.
Ps¹: Terminarei a terceira parte da trilogia de contos depois tá Bruna?
Ps²: Essa postagem nasceu diante da repetição da Nadiesda com essa música:
Talking Heads - Psycho Killer
O rapaz.
Caos, papeis ao chão, gerando contraste com roupas sujas, cheiro de café e nicotina de cigarros baratos, suor e mofo se juntavam em um amalgama que enlouquecia o pobre rapaz, que debruçado em uma velha escrivaninha, pernas cruzadas, a qual o jeans de sua calça encontra-se molhado e sujo, junto com seu sapato, sua camisa cheira a suor e nicotina, seu cabelo está igualmente fétido, o mesmo passara da época a qual deveria ter sido cortado, e já caira sobre seus ombros.
O tumulto de uma noite agitada se abatia sob a república, pessoas vão e vem nos corredores, cujas taboas soltas do assoalho acompanham o som inverossímil que várias vozes, risadas e correria ali causavam.
Tentava escrever, necessitava de paz e sossego para aquele seu artigo, mas a sua vida pessoal não permitira, tinha anseios, desejos, há quanto tempo não conversara com uma bela mulher? Uma mulher interessante, não aquelas cheerlanders que companheiros de quarto sempre traziam para lá, seus desejos não eram meramente sexuais, era algo maior, algo que não encontraria ali, muito menos no pub que seu amigo o convidara a ir, mas não conseguiria nada aquela noite, e precisava entregar o quarto para um de seus companheiros, pois o mesmo iria à forra com uma garota qualquer.
Banho rápido, jaqueta, carteira de cigarros, logo estava na rua, munido de alguns trocados e a companhia de alguns amigos, mas não demonstrava a agitação dos mesmos, seus trabalhos e vida pessoal o incomodavam.
O pub era mais abafado que as ruas chuvosas da cidade, o local estava estranhamente animado, alguns universitários cortejavam moças, as quais conversavam alguns minutos, alguns beijos surgiam, mas era algo mecânico, instintivo, e até de certo modo, covarde, pois ninguém encararia seu companheiro novamente, assim poderia esconder as fraquezas facilmente, isso parecia tão medíocre diante das expectativas do pobre rapaz.
A única coisa que lhe chamava atenção era uma garrafa de Bourbon na promoção, preço reduzido soava bem, seus amigos esqueceram a sua existência mesmo, e nada que respirava naquele pub valeria o mínimo de sua atenção, era melhor sair de lá, pois estava munido de sua nova amiga, a garrafa, e tinha cigarros. Uma praça calma poderia ser uma boa, longe da mediocridade contemporânea, longe dá musica ao vivo que o irritara, não suportava mais os “hits do momento”, só queria um local aonde pudesse beber, fumar e colocar as idéias no lugar.
Pronto Bruna, postei a segunda parte \o/
A jovem.

- Nada a fazer... – pensava assim a jovem moça, deitada de modo confortável em um velho sofá, trajando um vestido que refletia sua solidão, mão sob o seio e perdida em seus pensamentos, a outra mão encontrava-se a cachear seus cabelos negros, soltos se movendo ao ritmo lento do blues que preenchia o ambiente, com seu ritmo melancólico que praticamente se misturava com o ambiente em meia luz.
Lembranças de amores passados, seu corpo ardia em desejo não retribuído, uma ardência que tinha inicio em seu doce lábio, que se desmanchava em um calor tórrido que lhe percorria o corpo, as lembranças se mostram cada vez mais intensas, quase podia sentir o ardor de um amante, aquilo lhe provocava um doce febril, que é violentamente interrompido por um som vindo de seu telefone, quebrando totalmente aquela atmosfera intensa e solitária, alguém do mundo exterior lembrara-se de sua existência.
Era uma de suas amigas da faculdade, chamando-a para ir a um pub local, tomar alguma coisa, fumar; Afinal, era uma sexta feira, e como todo o misticismo do local havia se quebrado com o repentino telefonema, talvez aquela noite encontrasse uma agradável companhia.
O banho é rápido, assim como o tempo que leva se maquiando, logo já se encontra a caminhar nas ruas, o tempo é chuvoso e um tanto abafado, o que a obriga a vestir um casaco mais leve, a caminhada até o pub é calma, assim como a noite se seguia morna, a companhia das amigas não lhe fazia diferença, achou mais interessante alguns copos de vodka, alguns homens surgiam com interesse na sua beleza, alguns observavam atentamente seus decotes, mas ninguém ali valeria à pena, homens vazios, sem intelecto, levados apenas por emoções levianas, ou mesmo fugindo de uma vida de fracassos, e fracassos já lhe bastava os seus.
A vodka infelizmente não servira para acalmar seus anseios, seus desejos permaneciam latentes, aquela atmosfera do pub não ajudara, suas amigas demonstravam estar interessadas nos rapazes locais, mas ninguém ali valeria a pena, as pessoas agiam como tolas, aquilo era muito tolo, amaldiçoando ter saído de sua casa, compra uma garrafa por um preço reduzido e sai, esquivando-se de suas amigas, pois assim não teria que responder as perguntas enfadonhas que as mesmas poderiam fazer, andar pelas ruas poderia ser a salvação daquela noite, ou pelo menos um conforto provisório, pois sempre há uma praça aonde se pode sentar e pensar, e poderia usar sua garrafa de vodka para substituir o blues que ouvira antes...
Eric.
Eric sempre sentou sozinho, viveu sozinho, sempre foi auto-suficiente, buscava em suas músicas curar seu desespero, suas vontades e paixões, não existia abrigo em sua família, pois seu irmão sempre se destacara mais que ele, ele sempre fora uma sombra.
A escola o irritava, as matérias eram interessantes, mas as pessoas eram como vermes, só sabiam se reproduzir e destruir. Eric preferia ser ignorado, mas sua roupas e seus modos chamavam atenção, principalmente daqueles idiotas boçais do time de Rugby, principalmente aquele do Robert (Bob).
Viver se tornara uma rotina insuportável, quando não era comparado com o irmão, apanhava de Bob, no auge de sua fúria montara um website destinado a proclamação do ódio, e comprar uma Glock, pensara em matar a todos.
Um dia traçando seus planos, o gordo do Bob aparece, era inicio de madrugada e o mesmo estava bêbado, tentou mais uma vez abusar de Eric, mas a faca de caça que Eric trazia em seu coturno o surpreenderia, depois de três golpes em seu estomago, Bob nunca mais abusaria de ninguém.
Na na na na, na na na o Maldito gordo está morto
Na na na na, na na na Eric matou o maldito, e agora estava livre
Carrega até a ponte da cidade, o gordo mal cabia em seu portamalas, o maldito já estava frio, e ficaria frio como as pedras que preencheriam seu estomago, Eric se sentira bem com tudo isso, o som do corpo caindo no rio o fez sentir ótimo, seria aquela a liberdade?
No dias seguintes, todos se comoveram com o desaparecimento de Robert, Eric viveu o melhor de seus dias, como a vida parecia empolgante...
Postagem Tensa.
O vídeo acima é da música que me inspirou para a postagem.
Restart!
Voltando após uma torrente de mudanças na vida desse medíocre escritor, o caos foi gerado de maneira magnânima, coisas certas se tornaram incertas, o conforto foi colocado a prova, os amores gastos e a vida conturbada!
“Cest’la vie” é o novo começo, para isso um novo layout (pois o antigo estava um caos) novas postagens futuras, novos objetivos, pontos de vista e áreas a se agir.
Seguiremos assim com a nova realidade, o mundo é menos claro, isso é fato, mas a incerteza escura se torna cada vez mais confortável, e o autismo por opção se mostra distante de uma nova realidade, o nascer do sol será mais frio e tardio, mas mesmo assim acontecerá.
Obrigado a todos que visitarem, e a quem não visitar também.
Divagações 002
Esse texto é fictício, baseado em ideologia não-fictícia.
Se olhar para trás um momento, verá que muita coisa mudou, o século é outro, as tendências econômico-sociais também.
Por exemplo, há aproximadamente 88 anos atrás (1930) ainda se enforcavam negros em praça pública nos Estados Unidos, esse que possuía grandes conflitos raciais, hoje o representante máximo deste país é negro (mas isso não significa o fim da xenofobia e segregação), as ditaduras comunistas mostraram-se falhas, o mundo se uniu pela globalização e internet (se uniu em termos). 
Logo, o culto as coisas mortas (ideologias nazi-fascistas e ou marxistas) mostram-se inadequadas ao nosso conceito de vida do mundo globalizado.
Pelo menos essa é a parte “bonita”.
Mas o homem é preso ao seu fatum, ou seja, não importa a raça ou religião, o homem é falho e torto pela sua própria persona.
O mundo globalizado enfrenta uma forte crise econômica, e olhando o século passado, os grandes conflitos tiveram uma crise econômica para estourar, ou seja, o mundo ainda é território para novos ditadores, limpezas étnicas, ditaduras e afins...
Pois não importa a causa, diante da minha persona:
Não há o Deus piedoso.
Não há paz.
Não há conforto em religiões.
Inferno e paraíso são bobagens.
O homem, é incapaz de vivendo em paz e harmonia, isso não é de sua índole, mesmo que não haja diferenças e todos sejam iguais, surgiriam motivos para matar e escravizar, se o homem é criatura de Deus, Deus é cruel e megalomaníaco, pois o livre-arbítrio é um “Siga-me ou serás destruído”.
Espera ai, lembro-me de ouvir falar que o Armageddon se iniciaria com o levante do governo contra as religiões? Já o fazem contra o Islã, e a França já proíbe muitos cultos!
Ao meu ver (talvez falho) a solução de tudo isso, a solução final seria a aniquilação da pior das raças, a eliminação total da humanidade, pois sem importar a raça ou religião, o ser humano é uma ferida gangrenosa.
Não é niilismo, é simplesmente praticidade.
Hahahaha me chamem de viciado, mas me baseei isso no final do filme "Diary of the dead" do Romero.
A sim, o post foi escrito em 5 minutos, tempo que eu tinha para sair de casa.
Quanto vale um balde?
Trecho da música "The Trial". [Pink Floyd - The Wall]
Agora, você olha esse post e se pergunta: "Porque diabos o Rodrigo pôs uma foto de uma barril de carvalho aqui?".
A resposta é direta, um barril como esse custou a vida de duas mil pessoas, e provocou um conflito que durou doze anos!
Em 1325, alguns soldados de Modena invadiram a cidade do Bolonha (duas províncias italianas) para roubar um balde de carvalho, mas o que era pra ser um roubo silencioso durante a noite se tornou um ataque sangrento, que vitimou algumas dúzias de pessoa, em resposta, as tropas de Bolonha se mobilizaram e lançaram um ataque a Modena, que por sua vez contra-atacou,e assim começou uma série de conflitos que ficariam conhecidos como Batalha de Zappolino, que levara doze anos para se encerrar, as tropas mobilizadas foram de dois mil cavaleiros tanto para Bolonha quanto para Modena, Bolonha possuía trinta mil soldados para infantaria, enquanto Modena possuía cinco mil. Mesmo com a superioridade militar, Bolonha perdeu o conflito para Modena, que acabou ficando com o Balde, que hoje é destaque de um museu local.
O saldo de mortes foi de dois mil soldados, ou seja, duas mil pessoas foram mortas por um balde de carvalho.
Resumindo, a história do balde é uma desculpa para as duas provincias lutarem entre si, causando baixas civis (que nesta época não eram declaradas), e gastando uma grande quantidade de fundos, afinal, foram doze anos de conflitos.
Mas o mais importante é, o que se passava na cabeça de um jovem soldado, quando este havia se ferido gravemente e se encontrava nos seus últimos momentos, pensar que sua vida fora perdida por uma barril de carvalho?
Outra hora posto outros conflitos idiotas como esse, como por exemplo os dez mil soldados que morreram por um cachorro no antigo império Otomano.
Rodrigo, que está muito feliz com o fim temporário do calor absoluto.
Na velha Vitrola: Solefald - Tequila Sunrise
Mais um pequeno textinho.

A natureza se encontra em seu total equilíbrio.
O quão belo são esses espíritos!
Que nos apresentam sem temer, todo seu prazer.
Dancemos sob o luar.
Nos embebemos com vinho, com seu prazer.
Pois é o doce vinho que Baco nos oferecera.
E com o vinho, junto aos prazeres, celebraremos.
Segure em minhas mãos, mademoiselle.
Entregue-se, nem que seja por um segundo.
aos prazeres, que Baco ofereceu a nós.
Pois somos mortais, cada segundo é precioso.
Que a noite de primavera seja sempre abençoada!
Pois dela, é gerada a vida.
Espíritos poderosos nascerão, causando a luz nas noites escuras.
E nos propiciara luz, alegria e amor.
Aproveite cada segundo minha amante.
Pois os ventos frios do outono já estão a soprar.
E com eles trarão a desolação e a tristeza do inverno.
E isso nos impedira de dançar.

Rodrigo K.G, que está ainda está tentando se acostumar a sua vida universitária.
PS: O texto está um pouco desconexo em tema e rimas, mas esse é um dos objetivos, ser totalmente nonsense. :)






