Agora supondo uma outra situação hipotética, um sujeito seguindo um motivação qualquer tem acesso a um dispositivo de viagens ao passado, deseja voltar e assassinar seu avô antes que o mesmo conceba seu pai, tal inconsistência do tempo/espaço traria qual situação? o sujeito desaparecia por completo por nunca existir? ou o individuo já estaria em um sistema de casualidade novo, a qual seu pai nascera de outro meio, sendo aquele que fora assassinado não seria mais seu avô? no caso, o viajante teria provido de um realidade paralela aonde ele existira, e naquela situação não existira mais? mais isso não faria dele um viajante do tempo, mas sim um viajante de planos.
Carl Sagan tem uma proposta interessante, a que, após disparar a arma, as energias do paradoxo impediriam a morte do avô, ou ele abaixaria para amarrar os sapatos, ou o tiro simplesmente não o acertaria, seria como se o que tecesse o futuro impedisse, o paradoxo impediria a casualidade, mas isso leva a crer que a natureza possui um tipo de auto-consciência, mas Sagan crê que que a natureza não permite alterações sérias no tempo, já Stephen Hawking que as leis da física não permitem a construção de um dispositivo de viagens no tempo.
Enfim, o paradoxo do avô pode existir em duas formas distintas, ou a natureza e seus meios impedem que o viajante altere o tempo, supondo que, em uma situação hipotética um cientista judeu volta no tempo em vingança contra o que Hitler fez com seus avós, o cientista volta para Viena, quando Hitler era um simples pintor fracassado e o assassina, com a morte de Hitler o partido nacional socialista nunca se torna um partido forte, com isso nunca ascende ao poder, a história está devastada, pois não haveria as sessenta milhões de mortes provenientes da segunda guerra, a europa poderia estar enfrentando uma situação de superpopulação, tal como o estado de Israel nunca iria existir.
Logo, por isso a natureza o impediria, o cientista nunca conseguiria matar Hitler, a história continuaria a mesma.
Ou, pela segunda hipótese, seria criado um novo plano, uma nova realidade aonde a europa viveria uma situação diferente, sem o nazismo, mais o caos poderia levar uma outra força dominante, como os soviéticos mesmo, o que poderia ter levado a uma guerra nuclear.
Mostrando postagens com marcador caos e paradoxo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador caos e paradoxo. Mostrar todas as postagens
Time Paradox 02.
Time Paradox 01.
Escrito baseado na teoria de Kant.
Supondo uma situação hipotética aonde um sujeito pretende voltar no tempo, seja para obtenção de um amor austero ou um objetivo de vida, e se supondo que a amada/objetivo estivesse no séc. XIX, mais exatamente no ano de 1851.
Para seguir com seu objetivo, o viajante se livra de todo o seu "anacronismo", roupas e objetos do viajante seriam compatíveis com o ano de 1851, e com a força de seu desejo somado ao anacronismo, o viajante poderia ser deslocado para uma dimensão paralela, uma realidade a qual o ano é 1851, e ali começa a viver, digamos que realize seu objetivo ou encontre a sua mulher amada, e segue a vida felizmente. Porém, um dia ao tirar seu terno, depara-se com uma etiqueta do ano de 2009, um "anacronismo", quando o viajante depara-se que quebrara a realidade, atrairia paradoxo e seria violentamente expurgado de volta ao dia a qual quebrara a barreira de sua dimensão.
Tal acidente paradoxal se baseia na teoria de Kant, que indica que o passado é impiricamente real, mas não existe independentemente de outros fatores.
Digamos que o viajante dá uma jóia a um garoto, tal jóia fora adquirida em uma joalheria. o factum da realidade levaria o garoto ou um terceiro a vender a jóia, ou mesmo perde-la, enfim, a peça iria terminar na joalheria, dando sequência ao ciclo, porém a cada ciclo a jóia torna-se mais gasta, pois a sua existência é somada aos anos do novo ciclo, cada risco e modificação teria que criar mais uma realidade com a jóia alterada, ou seja, no fim das contas seria necessário infinitas realidades para cada ciclo de viajantes, e cada ciclo geraria mais caos e entropia, tais forças poderiam dar cabos de realidades, tal como as alterações existentes poderiam alterar totalmente um suposto futuro, o que traria resultados desastrosos.
Para seguir com seu objetivo, o viajante se livra de todo o seu "anacronismo", roupas e objetos do viajante seriam compatíveis com o ano de 1851, e com a força de seu desejo somado ao anacronismo, o viajante poderia ser deslocado para uma dimensão paralela, uma realidade a qual o ano é 1851, e ali começa a viver, digamos que realize seu objetivo ou encontre a sua mulher amada, e segue a vida felizmente. Porém, um dia ao tirar seu terno, depara-se com uma etiqueta do ano de 2009, um "anacronismo", quando o viajante depara-se que quebrara a realidade, atrairia paradoxo e seria violentamente expurgado de volta ao dia a qual quebrara a barreira de sua dimensão.
Tal acidente paradoxal se baseia na teoria de Kant, que indica que o passado é impiricamente real, mas não existe independentemente de outros fatores.
Digamos que o viajante dá uma jóia a um garoto, tal jóia fora adquirida em uma joalheria. o factum da realidade levaria o garoto ou um terceiro a vender a jóia, ou mesmo perde-la, enfim, a peça iria terminar na joalheria, dando sequência ao ciclo, porém a cada ciclo a jóia torna-se mais gasta, pois a sua existência é somada aos anos do novo ciclo, cada risco e modificação teria que criar mais uma realidade com a jóia alterada, ou seja, no fim das contas seria necessário infinitas realidades para cada ciclo de viajantes, e cada ciclo geraria mais caos e entropia, tais forças poderiam dar cabos de realidades, tal como as alterações existentes poderiam alterar totalmente um suposto futuro, o que traria resultados desastrosos.